Série C | Boa Esporte 3 x 0 Guarani


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Série C

Boa Esporte 3 x 0 Guarani. Boa engole Guarani com gols logo de de cara e presenteia torcida com título.
Time mineiro abre 2 a 0 com menos de 15 minutos e controla partida até o apito final. Bugre conta com apoio de cinco mil torcedores, mas falha novamente como visitante e perde Ferreira, expulso.

O JOGO
Falou-se tanto do ineditismo que seria ver o Guarani campeão das três principais divisões do Campeonato Brasileiro que o adversário ficou quase em segundo plano. Mas não se pode desprezar um time que ostenta 15 partidas de invencibilidade ou que sequer perdeu em seus domínios.

Quer dizer, é bom atualizar esses números, porque jogar em Varginha é fogo!

O Boa é campeão da Série C, o maior feito de sua história, muito pelo que conseguiu em casa e pelo jeito que engoliu o Bugre neste sábado, no Dilzon Melo. Fez 2 a 0 com dois gols relâmpagos em 13 minutos e apenas controlou o ímpeto de um adversário que endureceu, mas em nenhum momento deu pinta de que poderia sair de Minas Gerais com a faixa. Kaio Cristian ainda fechou o placar nos acréscimos. A faixa tem dono, e é alguém que merece essa honraria para fechar uma temporada com chave de ouro.

FESTA NO MELÃO
Para quem só sabia o que era ganhar Taça Minas, terminar o sábado com a estrela de campeão brasileiro é um feito para parar Varginha e colocá-la devidamente no mapa do futebol nacional. O Boa volta à Série B só um ano depois de ter caído e ainda com a pecha de campeão, de imbatível em casa e sem perder há 16 rodadas.

A festa no Dilzon Melo, em que as duas torcidas rivalizaram o tempo inteiro, vai durar muito tempo. O clube fecha 2016 em alta e começa a se preparar para que o ano que vem seja de tantas alegrias como esse aqui.

DETALHES FATAIS
O Guarani, que tantos pontos conquistou fora de casa na primeira fase, perdeu a fórmula de atuar longe do Brinco de Ouro. No mata-mata contra ASA e ABC, contou com o seu estádio para sair de enrascadas e chegar até à final. Mas o time entrou de novo desatento em Varginha e foi devidamente punido por isso. Dois gols em 13 minutos destruíram a estratégia de Marcelo Chamusca.

O Bugre volta para Campinas como vice-campeão, o décimo consecutivo de sua história. Um resultado elogiável para quem, há um ano, parecia ter data para fechar as portas. Mas dava para ser mais.

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