Campeonato Paraibano | Campinense 2 x 0 Botafogo-PB

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Campinense leva a melhor e vence o Botafogo-PB no Amigão por 2 a 0
Raposa marca duas vezes no segundo tempo e em casa vence o Clássico Emoção
Na reedição da final do Campeonato Paraibano de 2014, o Campinense desta vez levou a melhor em cima do Botafogo-PB. No Clássico Emoção, que teve dois tempos distintos, o time rubro-negro venceu o adversário por 2 a 0, no Estádio Amigão. Se no primeiro tempo faltou emoção, no segundo sobrou. Isso porque Alvinho e Luiz Fernando fizeram a alegria da torcida raposeira nesta etapa.
Com a vitória, o Campinense chegou aos 15 pontos e entrou pela primeira vez no G-4. Já o Belo fez o inverso. O time que estava na vice-liderança e poderia ainda ultrapassar o líder Treze, caiu para quinta posição, com 14 pontos. Além disso, a derrota agrave a crise no clube.
O Campinense deixa o estadual de lado e se concentra nos dois jogos contra o Bahia, pelo mata-mata da Copa do Nordeste. O primeiro acontece quarta-feira, no Estádio Amigão; o outro no sábado, em Salvador. Eliminado do Nordestão, o Bota mira a partida diante do CSP, pelo Paraibano, na quarta-feira.
O Clássico Emoção teve poucos lances de emoções no primeiro tempo. O Campinense tomou a iniciativa do jogo e teve dois escanteios seguidos nos cinco primeiros minutos. Mas a zaga botafoguense levou a melhor sobre os avançados da Raposa.
Depois disso, o Belo equilibrou as ações e criou as melhores chances. A primeira delas aconteceu aos oito minutos, quando o goleiro Gledson solou a bola nos pés de Chapinha. O meia ficou livre com o gol, chutou, mas Jairo salvou. A outra foi aos 11. Alex Cazumba cruzou da esquerda e encontrou Rafael Oliveira. O atacante cebeceou e a bola explodiu no travessão.
Passado o susto, o Campinense tentou pegar o adversário nos contra-ataques. Em um deles, Luiz Fernando acionou o estreante Leyrielton na direita. O lateral cruzou, mas Alvinho fez falta em Genivaldo. No último lance da etapa inicial, o Botafogo quase marcou. Jairo saiu jogando errado, Chapinha ficou com a bola e tocou para Rafael Oliveira. Mas na hora do arremate, o goleiro Gledson se redimiu do lance anterior e fez a defesa.
Os times não mudaram para o segundo tempo. Com isso, o jogo continuou morno. Mas a partir dos 12 minutos, os técnicos Francisco Diá, da Raposa, e Marcelo Vilar, do Bota, fizeram mudanças nas equipes e o clássico ganhou emoção.
As mexidas deram resultado. Na primeira investida, Danilo Galvão cruzou da esquerda. Hércules subiu mais que a zaga e cabeceou de cima para baixo, assustando o goleiro Gledson. Do lado raposeiro, Gabriel Pimba lançou Luiz Fernando. O meia ajeitou e soltou a bomba, mas a bola foi sem direção ao gol de Genivaldo, aos 25 minutos.
Três minutos depois, a Raposa abriu o placar. Após boa trama do meio-campo, a bola sobrou para Alvinho. O atacante passou por Genivaldo, chutou em gol meio sem direção, mas a bola bateu em Roberto Dias e entrou. Animado, a Raposa partiu para liquidar a partida. E conseguiu aos 38 minutos, com a marcação do segundo gol. Reginaldo Júnior puxou o contra-ataque e passou para Luiz Fernando, livre. O meia esperou a saída de Genivaldo e mandou para dentro das redes do Belo, com categoria.

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